sexta-feira, 30 de abril de 2010

EM DEBATE: EVOLUÇÃO DA CONSCIÊNCIA E DIREITO ANIMAL

Evolução da consciência e direito animal


DEBATE - 3 maio de 2010

Discutir direitos animais também nos faz refletir sobre direitos humanos

CONVITE AO LADO - CLIQUE PARA AMPLIAR

Neurocientista, etólogo e jurista debatem os direitos dos animais na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, no dia 3 de maio.

Os animais têm consciência? Devem ser vistos apenas como objetos da compaixão humana ou são também sujeitos de direitos? Se existe uma “dignidade animal” e “direitos animais” a serem respeitados, quais seriam os critérios válidos para defini–los?

Na primeira segunda–feira de maio, o estudioso do comportamento animal César Ades e o pesquisador do cérebro Sidarta Ribeiro vão enfrentar essas questões, com a mediação do advogado Rubens Naves, no debate “Evolução da consciência e direito animal”.

Novas teorias e descobertas científicas e sua possível repercussão sobre a ética, as leis e as práticas sociais estarão no centro dessa discussão, tão atual quanto os grandes desafios socioambientais, de convivência urbana e planetária, que hoje se impõem à civilização, às sociedades e aos indivíduos.


Os bichos e nós (três “aperitivos” para reflexão prévia)

“A redescoberta dos modos de consciência do animal, de sua maneira típica de ver e de sentir o mundo e o grupo social nos força a rever as nossas posições éticas. Mesmo que o animal não seja um agente moral num sentido humano, a sua relação conosco faz parte inevitável da reflexão e do agir ético.” César Ades

IMAGEM AO LADO: PRIMATA ABAIXADO, OLHANDO O PRÓPRIO REFLEXO NO CHÃO

“Nossas diferenças mentais com outros animais são uma questão de grau, não de essência. Se chegarmos a compreender esse fato de forma tão cristalina como entendemos a estrutura celular ou a gravitação dos astros, nossa relação com a natureza se transformará radicalmente.” Sidarta Ribeiro

“Vamos abordar questões científicas e filosóficas complexas, mas ligadas a temas cada vez mais atuais e decisivos nas relações entre humanos e animais, e também na forma como o homem vê a si mesmo e a seus semelhantes. Não há como refletir sobre os direitos animais sem por em questão, direta ou indiretamente, os direitos humanos.” Rubens Naves

O que: debate “Evolução da consciência e direito animal”

Quando: dia 3 de maio, segunda–feira, às 19h no teatro Eva Herz

Onde: teatro Eva Herz – Avenida Paulista, 2073 (Livraria Cultura do Conjunto Nacional) Reserva de lugar: pelo email lms@rnaves.com.br ou pelo telefone 3179–0108 (quem fizer reserva deverá se apresentar na entrada do teatro, no dia do debate, até às 18h50)

Uma promoção de [em] Revista, publicação digital do escritório de advocacia Rubens Naves – Santos Jr. – Hesketh, com o apoio do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo (IEA–USP), do Instituto Internacional de Neurociências de Natal Edmond e Lily Safra (IINN–ELS) e da Livraria Cultura.

Mais informações sobre os integrantes da mesa

César Ades – psicólogo, etólogo e especialista em comportamento animal; ex–diretor e professor titular do Instituto de Psicologia da USP; diretor do Instituto de Estudos avançados da Universidade de São Paulo.

Sidarta Ribeiro – biólogo e neurocientista, professor titular da Universidade Federal do Rio Grande do Norte e chefe de laboratório do Instituto Internacional de Neurociências de Natal – Edmond e Lily Safra.

Rubens Naves – advogado e jurista, professor licenciado da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, sócio titular do escritório de advocacia Rubens Naves – Santos Jr. – Hesketh.

MAIORES INFORMAÇÕES NO SITE

TENTATIVA...


Este gato perdido foi filmado na Turquia tentando reanimar a gata que havia sido golpeada por um carro. Embora algumas pessoas tentassem ajudar, o gato não deixou se aproximarem, durante duas horas seguidas. Finalmente, um veterinário chegou e levou a gata ferida. Infelizmente, era muito tarde e ele não conseguiu ressuscitar o felino.

terça-feira, 27 de abril de 2010

30 ANOS PROJETO TAMAR


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30 ANOS DO PROJETO TAMAR




(Imagem ao lado: tartaruga marinha nadando abaixo da superfície)


O Projeto Tamar completará 30 anos (matéria de novembro/2009) com grandes resultados para comemorar. A cada nova temporada cerca de um milhão de filhotes são protegidos e, até março, o Tamar alcançará a meta de 10 milhões de filhotes de tartarugas soltos no mar. (continue lendo aqui)


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ALLISON VOLTA A NADAR !


IMAGEM: Tartaruga consegue se locomover na água graças à prótese (Foto: Eric Gay/AP)


Esta tartaruga foi resgatada com apenas uma pata intacta. A prótese permite que a tartaruga possa nadar em linha reta.


A tartaruga Allison, resgatada no mar com apenas uma de suas patas intacta, agora consegue nadar de forma eficiente garaças a uma prótese desenvolvida por uma companhia americana. ( continue lendo aqui )




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TARTARUGA CEGA VIAJA MAIS DE 2.000 KM...




Uma tartaruga cega encontrada na Grécia foi levada para um centro de animais marinhos na Grã-Bretanha onde será alimentada e monitorada. (matéria de fevereiro de 2010)


IMAGEM À DIREITA: Homero, que pertence à espécie Caretta caretta, foi encontrada cega e com ferimentos na cabeça. Fonte: Uol Bichos


Batizada de Homero, a tartaruga foi transportada de avião por um trajeto de mais de 2 mil quilômetros acompanhada por uma equipe de especialistas. ( continue lendo aqui )

VÍDEO EDUCATIVO PROTAGONIZADO POR UM CÃO !

ESTE PUG FOI TREINADO PARA EXEMPLIFICAR ATITUDES ECOLÓGICAS. A IDEIA É ÓTIMA, O "ATOR" TRANSMITIU DIREITINHO A MENSAGEM...VAMOS DIVULGAR ?
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Conheça Puglet, o cachorrinho que é ecologicamente correto ! Ele recicla, faz compras conscientes e muito mais. Siga o bom exemplo deste lindo cachorrinho e pratique a sustentabilidade no seu dia a dia. (texto e vídeo: Projeto Pêlo Próximo )
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segunda-feira, 26 de abril de 2010

FISIOTERAPIA EM ANIMAIS

Terapia em animais é regulamentada há três anos pelo CFM Veterinária

Valeriana Medrado - repórter Online - Jornal Correio de Uberlândia - 10/07/2009

De uma hora para outra Yuri parou de andar. A secretária Vera Lucia Luquetti ficou desesperada com o sofrimento do seu shitzu. Há quase quatro meses, o cão de 3 anos parou de andar por conta de uma hérnia de disco. Depois de 10 dias de tratamento com remédios sem nenhuma melhora, a indicação foi a fisioterapia.

Imagem ao lado: Yuri parou de andar por causa de uma hérnia de disco


Para surpresa de Luquetti e da veterinária que cuida de Yuri, o cão voltou a andar na quinta sessão do tratamento. “Fiquei muito feliz quando o vi andando. Há algum tempo, eu nem conhecia fisioterapia para cães”, disse.

O tratamento fisioterapêutico em animais é novo no Brasil, foi regulamentado pelo Conselho Federal de Medicina Veterinária em 2006. De acordo com a médica veterinária Karine Pacheco, apesar dos excelentes resultados, ainda há muitos profissionais que não acreditam nos resultados da fisioterapia em animais.

Segundo Karine, a fisioterapia é indicada para o tratamento de diversas doenças como problemas ortopédicos, neurológicos, musculares, problemas nas articulações, hérnia de disco, artroses, paralisias, sequelas neuromotoras de cinomose (doença infectocontagiosa que afeta os cães) e luxações.

A fisioterapia também é utilizada com sucesso nos tratamentos pré e pós-operatórios ortopédicos, para alívio da dor, aumento de força e resistência, aumento da coordenação motora e da amplitude dos movimentos articulares e outros problemas. “O tratamento pode ajudar em quase todos os problemas neuromotores e físicos do animal e, ainda, colabora para que ele fique bem relaxado”, afirmou a veterinária.

Karine explica que a fisioterapia pode ser feita em cães, gatos e até mesmo em animais exóticos e selvagens. O tratamento é feito com a ajuda de vários aparelhos como os que utilizam raios laser e infravermelhos, ultrassom, esteira aquática e outros que ajudam na reabilitação do animal.

A fisioterapia também pode ser feita na água com hidroterapia e banhos terapêuticos. “A indicação dos exercícios é estabelecida para cada paciente mediante avaliação da patologia”, disse Karine.

Algumas raças podem ter lesão na coluna


Imagem: Aplicação de exercícios. Legenda: A fisioterapia em animais é indicada para vários problemas.

De acordo com a médica veterinária Karine Pacheco, alguns animais possuem maior predisposição para terem lesões na coluna e por conta disso podem precisar de fisioterapia. “A raça com maior predisposição, por conta de sua anatomia, é o teckel (conhecido também como salsichinha)”, afirmou.

A teckel Cigana, de 5 anos, parou de andar em abril e mesmo com o tratamento ainda não conseguiu recuperar o movimento. “O caso dela está mais difícil porque, juntamente com a paralisia, ela teve infecção renal. Agora que melhorou da infecção estamos apostando que ela vai responder melhor ao tratamento”, disse a dona de casa Vânia Borges, dona de Cigana.

Vânia conta que, há 8 anos, perdeu uma cadela da mesma raça por conta desse problema. “Como na época ninguém falava em fisioterapia para cães, todo o tratamento foi feito com remédios que atacaram o fígado da minha cachorrinha, que não resistiu e morreu”, disse Vânia.

Imagem: Tratamento - Cão sobre bola. Legenda: O tratamento fisioterápico deve se iniciar o mais cedo possível

Felícia, outra teckel de Vânia também já deixou de andar, mas recuperou os movimentos com cinco dias de fisioterapia e hoje caminha normalmente. Por conta do sucesso obtido com Felícia, a dona de casa está otimista de que a cadela Cigana volte a andar. “Atualmente ela faz acupuntura e fisioterapia com infravermelho”, disse.

Segundo a veterinária, a cura completa, dependendo da patologia, não é possível, mas o índice de reabilitação é altíssimo. “Muitos animais chegam ao serviço de fisioterapia sem conseguir andar, seja por problemas de coluna, ligamentos, displasia, sequelas neurológicas de cinomose ou traumatismos, e com o uso dos recursos fisioterápicos conseguem retomar as suas atividades normais”, disse Karine Pacheco.

A veterinária ressalta a importância em começar o tratamento o mais rápido possível. “Quanto mais cedo se inicia a fisioterapia, mais rápida é a recuperação do animal. É preciso que todos os proprietários de animais tenham consciência de que o sacrifício não é a melhor nem a única opção para o animal que deixou de andar, que sente dor, que perdeu alguma função física ou tem/teve cinomose. Sempre há caminhos a serem usados para aumentar o bem-estar do animal e para buscar a cura. A fisioterapia está aí para ajudar nisso”, afirmou a veterinária.

Leia também: Paralisia em cães (Saúde Animal)

sábado, 24 de abril de 2010

FOTOGRAFANDO SEU PET...

Saiu na Revista Época, em 23/04/2010...

Seu animal estampado no caderno, no calendário e até no prato

LAURA LOPES


Fotógrafos se especializam em tirar fotos de animais de estimação e entram em um mercado que só cresce: a de fotolivros e presentes que ganham imagens de gatinhos e cachorrinhos

À esq.: jogo americano, apoiador de copos e xícara. À dir.: caderno e mousepad.

Seu animal pode estampar qualquer coisa

Você tem um cachorrinho e morre de saudades dele durante o dia? Pode fazer uma agenda com suas fotos, ou um calendário, para deixar no trabalho. Vai para a praia e não pode levá-lo com você? Faça um jogo inteiro de cozinha, com pratos, xícaras, jogo americano e até avental com a fotinha dele. Há muitas empresas que fazem esse serviço com fotos pessoais ou de viagens, a diferença é que agora o cliente pode contratar um fotógrafo especializado em tirar fotos de animais. O profissional leva uma mala de roupinhas e acessórios, inventa cenários e tem todo um cuidado para a sessão de fotos, que pode durar até quatro horas. "Antigamente não existiam fotógrafos profissionais que tirassem fotos de animais, a não ser para publicidade, o que era muito caro", afirma Adriana Elias, fotógrafa há 15 anos, há cinco fotografando pets. Antes da foto digital, esse serviço saía muito mais caro, porque o cliente precisava pagar o fotógrafo, a revelação e a gráfica, que jamais faria o serviço de imprimir apenas uma capa de caderno, por exemplo. "Hoje você pode escolher 12 fotos e fazer um calendário, uma agenda, uma capa de caderno... Há vários produtos", afirma Adriana, que cobra cerca de R$ 400 pela sessão de 4 horas, com figurino, que resulta num CD com aproximadamente 50 fotos.

Pode parecer exagero, mas as pessoas nunca gastaram tanto com animais de estimação. O mercado pet mundial cresce 12% ao ano e movimenta cerca de US$ 65 bilhões. O Brasil é o segundo colocado no ranking mundial e movimenta mais de US$ 9 bilhões por ano com alimentos, medicamentos, higiene, estética, centros de adestramentos e hotéis para atender seus 48 milhões de pets. No dias 24 e 25 de abril, a capital paulista vai sediar a Pet Fashion Week São Paulo (PFW), feira de moda pet que já acontece há cinco anos em Nova York e há dois, no Japão. No PFW, os visitantes podem ver o que há de mais novo em moda, tosa e "lifestyle", incluindo desfiles em uma passarela de 20 metros de comprimento. Uma simples roupinha de couro pode chegar a custar R$ 1.200 (clique para ler mais): o que vale é a grife, tal qual acontece com a moda dos humanos. IMAGEM: PET FASHION WHEEK


No alto, à direita, Vânia com seu cão Zeca. Nas demais fotos, Adriana Elias inventa cenários e poses fofas. As motivações para fazer um álbum de fotos só do animal são muitas. Tem gente que acha que o cachorro é "superlindo" e quer inscrevê-lo em uma agência de modelo de animal. Outros têm um vínculo afetivo muito grande com o bichinho, principalmente os que moram sozinhos, e desejam eternizar o momento. Outros, ainda, gostam da ideia de fantasiar o cachorro ou o gato e fotografá-los em um cenário divertido. No entanto, o principal motivo é não conseguir fotos decentes do bicho. "Hoje em dia todo mundo tem essas câmeras digitais compactas que demoram para captar a imagem. Cachorros são muito agitados e dinâmicos, você o coloca em uma pose e, quando tira a foto, ele já está virado ou correndo em sua direção", diz a fotógrafa.

Foi o que motivou a designer de roupas Vânia Chinaglia, que adotou o vira-lata Zeca, a pagar por uma sessão de fotos. "Eu tenho foto do Zequinha no celular, mas não é muito boa. E, quando eu queria fotografá-lo, ele vinha me lambendo querendo brincar. Nunca consegui tirar uma foto legal", diz. Eles moram sozinhos e Vânia o chama de filho. "Foi como fazer um álbum de família", diz. A melhor foto com os dois vai virar um poster que será pendurado na sala da casa deles. Ela também está selecionando fotos para fazer um fotolivro, do cachorro pulando na cama, de gravatinha, com o brinquedinho de que ele mais gosta...

Imagem acima: De óculos ou de roupinha de noiva, Lanna gosta de vestir os cachorros graciosamente

Há quem mande fazer roupas e jóias só para a sessão de fotos. Lanna Nigro é fotógrafa e scraper, ela fotografa os animais e diagrama o fotolivro pela Digipix, a primeira no Brasil a vender fotolivros. Dependendo das características do animal, e do desejo do cliente, desenvolve suas vestimentas e colares sob medida –até noivinhas caninas já foram clicadas. "Tem muita noiva que quer entrar na Igreja com a cachorra como daminha", diz Lanna, cujas fotos dão ideia de como será no grande dia. A sessão fotográfica, com roupinhas exlusivas, mais o livro custam cerca de R$ 1.000. A diagramação do fotolivro também é personalizada de acordo com o gosto do freguês. "Normalmente a gente cria uns dois looks, aproveita coisas que o dono já tem e faz um livro de 20 páginas e capa dura", diz Lanna.

As raças mais fotografadas são as de pequeno porte, como yorkshire e shih tzu, que normalmente estão dentro do convívio da casa ou do apartamento e são mais quietas para os cliques. Nem por isso as grandes raças ficam de fora, ou os gatos, lagartos e cobras... "Eu já fotografei cobra e calango. Um cliente morava com vários calangos, que passeavam pelas árvores e dentro de casa", diz Adriana, que tem um gato em conjunto com a irmã e adora fotografá-lo. Como a irmã mora em outro Estado, as fotos do gatinho viraram um calendário, para ela não sentir (tanta) saudade do animal.

Dicas da Lanna para tirar fotos do seu animalzinho: "O cachoro tem que estar bem à vontade, tranquilo. Se possível, ter duas pessoas tirando fotos, uma em cada ângulo. Procure não estressar o animal, deixe ele fazer o que quiser, vá agradando... Cada cachorro tem seus próprios brinquedos, traga-os para o animal durante as fotos. Você também pode ligar um esguicho, sai cada foto linda..."


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quinta-feira, 22 de abril de 2010

PROJETO PÊLO PRÓXIMO

Projeto carioca de Pet Terapia leva esperança a quem mais precisa



“Pêlo Próximo” quer mostrar a importância e os benefícios dos animais no tratamento de doenças
O trabalho do grupo, que conta hoje com um staff de 23 cães, é proporcionar uma tarde de alegria, realizando atividades com cães e pacientes, apresentação de agility, show dog, boliche, futebol, contato direto com o animal e exercícios com arco, escovação e exercícios para estimular o raciocínio e trabalhar a motricidade fina dos pacientes. Nas visitas às instituições infantis, o Projeto conta com o “Pet Health”. Nessa atividade, as crianças assumem a função de médicos mirins, colocam máscaras de cirurgia e são estimuladas a explorar o corpo do cão, escutam o coração, simulam a aplicação de injeção, de curativos, medicam com água e no final fazem o diagnóstico do animal.

O grupo conta atualmente com 35 voluntários, dentre eles veterinário, adestrador, fonoaudióloga,psicólogo, fisioterapeuta, acupunturista, terapeuta ocupacional e uma estagiaria de pedagogia, que tem a função de estimular através da leitura a importância do respeito aos animais e esclarecer de forma lúdica a posse responsável.

Imagem: menino e cão. Foto por Getty Images

- “Nossa proposta é realizar um trabalho diferente trazendo para o centro das atenções o cão, que é o nosso principal instrumento de trabalho. Em cada visita, procuramos realizar um exercício diferente, adaptando o grau de dificuldade para cada situação. Esses animais promovem verdadeiros milagres, eles mudam completamente a rotina de nossos visitados, estimulam o exercício, o raciocínio e principalmente recuperam a auto-estima dos pacientes.Esse projeto é muito gratificante para todos nós, pois saímos com a sensação de dever cumprido e com o olhar e sorriso dessas pessoas guardados em nossa mente” – afirma a organizadora do projeto Roberta Araújo.

Para participar do Projeto, todos os cães precisam estar vacinados e vermifugados, passar por uma avaliação comportamental que será realizada pelo adestrador e coordenadores do projeto, apresentar um atestado do veterinário comprovando a boa saúde do animal e, principalmente, não podem demonstrar qualquer tipo de agressividade.


Para entrar em contato com a equipe do Projeto Pêlo Próximo, basta enviar um email para peloproximo@gmail.com ou acessar o blog do projeto:


 e o site
www.wix.com/peloproximo/peloproximo

LEIA TAMBÉM:

Projeto carioca incentiva a zooterapia

Cães ajudam a estimular o raciocínio e a coordenação motora